Arquétipos

 
 
“Nenhum arquétipo pode ser reduzido a uma simples fórmula. Trata-se de um recipiente que nunca podemos esvaziar, nem encher. Ele existe em si apenas potencialmente e quando toma forma em alguma matéria, já não é mais o que era antes. Persiste através dos milênios e sempre exige novas interpretações. Os arquétipos são os elementos inabaláveis do inconsciente, mas mudam constantemente de forma” Carl Jung
 
O termo arquétipo teve origem na Grécia antiga. O psicólogo suíço Carl Gustav Jung, criou este conceito para citar o desenvolvimento da psique, em 1919. Ele  acreditava que Arquétipos Míticos, habitavam na camada mais profunda da nossa psique, ou seja, no  inconsciente coletivo
 
Arquétipo é o modelo utilizado como exemplo, como padrão. Arquétipos são conjuntos de “imagens primordiais”, ou seja, lembranças essenciais recorrentes por inúmeras gerações estocadas no interior da nossa mente.
 
Existem vários arquétipos, embora, Jung tenha escolhido doze tipos principais que marcam as inspirações humanas primordiais, cada qual com seu valor,  incentivo e característica de caráter. Um indivíduo pode ter vários arquétipos na formação da sua personalidade.

 

Os arquétipos escolhidos por Jung são:

 

O Mágico

O Governante
O Tolo
O Sábio
O  Cuidador
O Explorador
O Criador
O Amante
O Herói
O Órfão
O Inocente
O Rebelde
 
Os Arquétipos associados aos animais também existem e estão inseridos no cotidiano com seus poderes, utilizados  a nosso favor.
Cada animal traz sua essência espiritual, e, através disso, cada um com sua característica, transmite sua sabedoria.  
Cada animal está associado às peculiaridades humanas e observando seus hábitos e características podemos trabalhar o nosso interior.

 

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